2018 – A Esperança é Azul

Imagem para A esperança e azul

No centro, a flor Lótus Azul, dos Florais de Saint Germain – “Conquistar é acreditar”

Sendo um ano regido por Saturno, 2017, até que me surpreendeu. Chego ao seu final, com  esperança renovada e cheia de entusiasmo para 2018. Com certeza, a chegada de mais dois netinhos, contribuiu bastante para isto. No entanto, não só os netinhos…

Antes mesmo do nascimento do mais recente, agora em dezembro, eu já me emocionava de alegria e gratidão. Tudo em função dos resultados que venho obtendo com autistas  por meio do Projeto Jardim Azul ( vide: https://cosmosdrops.wordpress.com/projeto-jardim-azul/   ) ou na AAMPARA – Associação de Atendimento e Apoio ao Autista, em Curitiba.

Apesar de estar tudo muito incipiente, os feedbacks das mães são tão encorajadores, que não vejo a hora de adentrar 2018 e dar continuidade a estes serviços: estereotipias que reduziram drasticamente com menos de um mês de uso das essências florais, crianças que pararam de fazer xixi na cama, com o primeiro frasco, ou que começaram a fitar os pais nos olhos e atender pelo nome ao ser chamado, já no primeiro mês, ou a dormir melhor, dentre outros… Tem mãe que já me escreveu, na primeiríssima semana de uso dos florais, relatando mudanças surpreendentes nos padrões de sono e comportamento.

No entanto, não existe nada de milagroso com relação à Terapia Floral. Tampouco, todos reagem de forma positiva no início do tratamento. Cada um é único. As fórmulas são preparadas de acordo com a individualidade de cada ser. Assim, aproveito para ressaltar que, não há nenhum floral “mágico” nem, tampouco, um único floral que trate ou que cure o autismo. Florais não trabalham sintomas nem quaisquer dos chamados transtornos da atualidade. Florais trabalham o Ser, na sua individualidade, seja este uma pessoa ou um animal.

Do mesmo modo, ninguém cura quem não quer ser curado. Como já dizia o Dr Bach, há casos em que o sintoma é ganho de atenção. Assim, é possível que enfrentemos resistências ao longo do tratamento…Resistências diversas – não só por parte daquele que apresenta o sintoma…

Vejo o TEA como um fenômeno e não como um transtorno em si: um fenômeno universal e estes seres como agentes de uma grande mudança paradigmática.

Uma vez que as estatísticas mostram um aumento significativo do mesmo nos últimos 10 anos – em 2007, a Revista Época apontava a taxa incidência de 1 para 300, enquanto que em 2017, ou seja 10 anos depois, a incidência é de 1 para 68 nascimentos ( Revista Veja –  vide https://cosmosdrops.wordpress.com/2017/07/23/autismo-um-novo-mundo-para-todos ), acredito que é necessário expandirmos a forma de olhar para estes seres.  Mais urgente do que ter um diagnóstico, seria nos perguntarmos: o que está se passando com o nosso planeta? O que estes seres têm a nos ensinar? O que temos feito, em termos de humanidade, para aumentar estas estatísticas?

Se formos neste ritmo, em 2027, teremos uma taxa de incidência de TEA altíssima… E aí? O jeito será administrar-lhes medicamentos para controlar a agitação e outros? Continuar rotulando estas crianças como atípicos? Atípicos somos todos nós, visto que cada um é um…

Tenho, pelo menos, três clientinhos, entre os da AAMPARA e do Projeto Jardim Azul, que conseguem ler o alfabeto em inglês – um também em árabe, sem nunca terem aprendido isto nesta vida. Apesar disto, têm uma dificuldade imensa de se comunicar na língua dos seus pais ou do país. De onde vem isto? Quem são estes seres? O que eles têm a nos ensinar? Estas são as perguntas que deveríamos fazer…

Por trás de uma criança diagnosticada com TEA há um mundo novo a ser explorado – um mundo que foge aos paradigmas da ciência vigente e dos tratamentos convencionais.

Os resultados já obtidos com as essências florais, são fortes indícios de que temos um caminho  pela frente a percorrer, para validar estes instrumentos como ferramentas harmonizadoras das novas gerações deste planeta. Vamos pesquisar?

À todas as mães que aderiram a estas iniciativas , especialmente, a Rosimere Benites, da AAMPARA, que abriu as portas da instituição para a Terapia Floral, e a Talita Margonari Lazzuri pela doação dos Florais de Saint Germain, para este serviço, minha profunda gratidão.

Que recebamos 2018 com muita esperança em nossos corações!Projeto Jardim Azul Forget-me-not

P.S – Para quem quiser saber mais sobre este assunto, minha experiência com as essências florais e autistas está disponível no workshop à distância:

https://blossomedu.com.br/as-essencias-florais-na-qualidade-de-vida-de-pessoas-com-transtorno-do-espectro-autista-e-seus-familiares.html

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4 respostas para 2018 – A Esperança é Azul

  1. Suzana Krause disse:

    Rosana, você é uma grande esperança para essas crianças. Que as portas estejam sempre abertas para esse teu trabalho que é magnífico e que você encontre sempre muito apoio para executá-lo.

  2. Clau disse:

    Lindo projeto Rosana! Que esteja cercada de companhias que construam contigo. Feliz 2018 e meu carinho eterno a você.

  3. Sônia Regina guarilha disse:

    Gratidão sempre Rosana, seus post’s são preciosos para todos nós.
    Gostaria de me aprofundar mais nesse tema, percebo a grande necessidade desse conhecimento.
    Espero poder participar do próximo curso que houver com essa abordagem!
    Saudades querida Mestra!

  4. Pingback: Terapia floral ajuda pessoas com autismo – Grupo Healing

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