Autismo – um Novo Mundo para todos

Capa Revista Veja Autismo com teste

A capa de Revista Veja desta semana e o teste de verificação simplificado

Surpreendendo os seus leitores, a capa da revista Veja desta semana traz, em destaque, ao invés, de algum assunto do nosso tão conturbado cenário político, a imagem de um menino autista.

Quis a revista trazer à tona, um outro tema para a reflexão: o de um movimento surdino, porém crescente, do grande número de crianças diagnosticadas com o chamado Transtorno do Espectro Autista.

Embora a reportagem traga informações sobre a história, as estatísticas atuais,  as possíveis causas e os avanços em termos do diagnóstico precoce, poucos são os caminhos apontados para ajudar este crescente contingente de crianças e seus familiares. Falar dos benefícios das essências florais, então, nem pensar!

Florais de Saitn Germain Aveia Selvagem Ameixa e Canela

As essências florais são importantes instrumentos para o equilíbrio emocional dos portadores de TEA  e seus familiares. Na foto: Ameixa Selvagem, Ameixa e Canela, dos Florais de Saint Germain

Segundo a revista, uma em cada 68 crianças recebe diagnóstico positivo, enquanto a síndrome de Down, que estamos mais familiarizados, acomete uma em cada 700 crianças. Ou seja, a incidência de casos de TEA  ( Transtorno do Espectro Autista ) é muito maior do que a da Síndrome de Down.

Este número já é tão significativo que, hoje em dia, é quase impossível não termos um caso de TEA na família ou na de amigos próximos. Como isto, o autismo está deixando de ser um assunto tratado mais “as escondidas” e cercado de preconceitos, para ser discutido mais abertamente. Neste sentido, louvo a iniciativa da revista Veja.

No entanto, discordo do título da reportagem – O Novo Mundo do Autismo. Não. Este Novo Mundo é de todos nós. Só quando passarmos a agir a partir da compreensão do Todo, podemos falar de inclusão e agir compassivamente com relação a estes novos seres: seres que enfrentam o grande desafio de encarnar na Terra no início deste milênio. Qual a nossa responsabilidade frente a este fenômeno? O que fizemos ou ainda estamos fazendo para aumentar estas estatísticas?

Green Rose por Rosana Souto

A Green Rose  ( Rosa Verde ) do sistema da Califórnia – floral importantíssimo para estimular o contato com o mundo externo

Estamos ainda muito no início de um novo milênio e, ao invés de apenas buscarmos as causas externas e o diagnóstico precoce, deviríamos, sim, ir atrás do tipo de ensinamento que este fenômeno nos traz. Quem são estes seres e o que eles têm a nos ensinar? Como podemos ajudá-los a desenvolver seu potencial?

Até então, procuramos encaixá-los dentro dos paradigmas vigentes aos quais estamos acostumados e consideramos certos – primordialmente, as funções associadas ao nosso hemisfério cerebral esquerdo. Não. Estes seres nos desafiam a sair de nossa zona de conforto, a confiar na nossa intuição e desenvolver as virtudes humanas da compaixão, da tolerância, da criatividade e do amor fraterno, dentre outras.

Também, estamos “patinando” no que concerne ao entendimento da natureza humana a partir da Física moderna e quântica. Somos um intercâmbio dinâmico entre energia, matéria e Luz; de nossas partes visível e invisível. Também somos um com o próximo e com Universo. O que acontece no Cosmos afeta-nos diretamente. Aceleração dos novos tempos e sensibilidade caminham juntas…Idem no ser humano. Como encaixar isto tudo num minúsculo corpo humano?

O autismo continuará sendo um “claro enigma” até que aprendamos estas lições. É fundamental explorarmos nossas funções humanas e nos abrirmos para receber o que estes seres têm a nos ensinar, por mais difícil que seja. Afinal, o futuro depende das novas gerações. Nós, os mais antigos, somos os instrumentos para ajudá-los na implantação deste Novo Mundo.

Gorse detalhe Portugal

A flor de Gorse, do sistema Floral de Bach – ajuda-nos a manter a esperança em qualquer circunstância

 

P.S – Conheça o Projeto Jardim Azul ( https://cosmosdrops.wordpress.com/projeto-jardim-azul/ )

 

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Ensinando sobre os Florais de Bach na Terrinha – “descobrindo” Portugal

Torre de Belém Lisboa Rosana Souto

A Torre de Belém, em Portugal, foi construída no local de onde partiam as naus portuguesas

Ontem, comemoramos 517 anos do descobrimento do Brasil, por Portugal. Independente, do que a História conta, atravessar todo um oceano, sem saber muito bem onde iria chegar, por si só, já é um fato que requereu muita coragem, determinação, autoconfiança e fé dos nossos patrícios que aqui chegaram.

Monumento aos descobrimentos Portugal

O Monumento dos descobrimentos foi erguido em homenagem aos grandes navegadores portugueses

Nada diferente do que ainda acontece com aqueles que ousam sair de sua zona de conforto para aventurar-se no novo. Que motivos regem este impulso tão determinado? Que características estão presentes nos seres pioneiros?

Alguns são movidos pela ambição, outros pelo idealismo/missão, outros, pela aventura em si – pelo prazer de ir ao encontro do novo. No entanto, a ambição desmensurada povoa a história deste Brasil ex-colônia e nos choca, até os dias de hoje, com as posturas aviltantes daqueles que governam este nosso País – uma herança ancestral que não cabe mais nos paradigmas de um novo tempo.

Por sua característica inovadora, a Terapia Floral, tem um caráter pioneiro e aquele que a pratica, sabe, de antemão, que teremos terrenos a desbravar, muros ou fortalezas para derrubar. Como costumo dizer aos meus alunos, problema nosso que decidimos vir para a Terra neste momento de início de milênio! Tanta coisa a fazer nesta fase de mudança de paradigmas! É muito possível que não vejamos nossos esforços frutificarem ao longo de nossa existência, mas como diria o Dr Bach, se deixarmos este mundo um pouquinho melhor, já terá valido a pena…

Assim, cada um de nós tem o pioneirismo em si. Alguns mais, outros menos. Isto é inerente de quem veio implantar ou ensinar sobre o novo. Aí, imaginem vocês como é ensinar no Velho Continente!

Curso Bach Lisboa 1

Eu, Rosana Souto, desbravando as fronteiras de Bach, em Portugal

Lá, não temos matas a desbravar. Temos muralhas, fortalezas a derrubar. Não são matas nem fortalezas físicas. São alicerces de sistemas de crença erguidos há muito mais tempo que os nossos. Assim, não é uma tarefa fácil. Muito pelo contrário. É uma tarefa hercúlea, semelhante àquela empreendida pelos antigos navegadores. Muito mais fácil, é navegar depois que o caminho já foi descoberto…

Espessura das muralhas Óbidos Portugal

A espessura da muralha e eu lá – Óbidos

Não por acaso, Dr Bach, nasceu, justamente, lá, no Velho Continente, deixando-nos um sistema altamente inovador, atemporal e capaz de derrubar todas as fronteiras para que possamos ver o Todo e atuarmos a partir da Verdade que vem de nossos corações.

No entanto, o que acontece, na Inglaterra e no mundo com relação aos Florais de Bach?

Muralhas na Inglaterra

Muralha na Inglaterra com uma White Chestnut florida ao fundo

Por incrível que pareça, quando lá cheguei em 2011, para participar de uma Conferência Mundial, organizada pela Associação Britânica de Florais e Essências Vibracionais em conjunto com a Aura Soma, estranhei o fato de não haver nenhuma apresentação sobre os Florais de Bach, na mesma. Havia stands que vendiam Florais de Bach de diferentes produtores, mas nenhuma menção significativa ao Dr Bach e seu trabalho pioneiro.

Conferência Mundial do Arco-íris 2011

Na Conferência Mundial do Arco-íris, na Inglaterra, em 2011, não houve uma única apresentação só sobre os Florais de Bach. O artigo sobre o projeto de ensino dos Florais de Bach para crianças foi lançado nesta Conferência, em Essence. Eu estava lá em função disto. Na montagem, Steve Johnson e eu com querida Anna Zee, editora de Essence, na época. No centro, Jan Stewart e Erik Pelham, presidente e vice-presidente, respectivamente, da BFVEA

Fiquei tão indignada que teve uma hora que precisei sair para caminhar e digerir o que eu estava presenciando, ali na terra do Dr Bach.  Posteriormente, descobri que muitos dos terapeutas que trabalham com novos sistemas florais, não trabalham com os Florais de Bach, pelo fato de os considerarem obsoletos. Obsoleto, Bach?!!! Mal podia acreditar!!

No entanto, isto não vigora só na Inglaterra. Em vários outros lugares do mundo, inclusive no Brasil, muitos terapeutas florais, não veem a importância de aprenderem sobre os Florais de Bach.

Por sua vez, muitos terapeutas Bach recusam-se a trabalhar com os novos sistemas, gerando uma grande separatividade no mundo floral. Um atraso de vida!!! Como podemos lidar com Bach, ensinando e fomentando a separatividade?

Em função deste cenário, é que em 2012, palestrei no encontro da BFVEA  ( vide  https://cosmosdrops.wordpress.com/2012/03/16/atualizando-bach-em-glastonbury/), justamente para trazer um novo olhar sobre a obra do Dr Bach. Na verdade, toda esta separação deve-se aquela velha questão da ambição e das inúmeras regras aplicadas à obra do Dr Bach. Pode isto, não pode aquilo, faça assim, faça assado, só existe este produtor “oficial”, todos os outros são falsificados…Como assim? Como por limites na obra de um homem que pregava a liberdade?

Edward Bach e a liberdade

Edward Bach foi um grande pregador da liberdade. Ele não só escreveu um artigo intitulado “Liberte-se” como, no final de sua obra, em uma de suas últimas palestras, encorajava-nos a exercê-la de todas as maneiras.

 

Para complicar, muitas destas regras ainda são perpetuadas por autoridades, professores e instituições relativas aos florais de Bach, em todo mundo. Está na hora de exercermos nosso poder de discernimento e rever muitos destes pré-conceitos. Já passa da hora de valorizarmos nosso próprio saber e seguirmos a verdade que vem coração.

Estas foram as razões que me levaram a criar o curso: A Arte ( ou Aprenda ) de/a Combinar os Florais que venho ministrando no Brasil desde 2013 e que Regina Barbosa, da Vitalflora, convidou-me para ministrar, nesta temporada, em Portugal. Que desafio!

A turma foi pequena. Dava para sentir a resistência das fortalezas. Há muito, Portugal, sedia um treinamento internacional calcado numa abordagem mais regrada dos Florais de Bach.

Curso Bach Lisboa 2017 grupo

O grupo das valentes pioneiras portuguesas e eu a navegadora 

No entanto, a despeito do número reduzido de alunos, as catarses foram intensas, transformadoras, ainda em sala de aula. Isto é a maior recompensa para aqueles que ousam semear em terras distantes. Do mesmo modo, nada substitui a oportunidade de vivenciarmos estes momentos em conjunto. O insight ou o sonho de um ( a ), beneficiando a todos ( as ).

Minha gratidão à Regina Barbosa, e a todos que ajudaram-me a lançar este novo olhar sobre a obra do Dr Bach, em Portugal. A semente foi plantada. Agora é aguardar o tempo certo para que ela floresça.

Curso Bach Lisboa Rosana com Regina, Nunes e Lina

Eu com Regina Barbosa e Manuel Nunes, da Vitalflora, e a amiga Lina Monteiro

 

P.S – aqui no Brasil, o curso A arte de combinar os Florais de Bach será ministrado em setembro, no final de semana de 16 e 17. Breve, mais informações.

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A primavera Portuguesa e as plantas dos Florais de Bach

Gorse detalhe Portugal

Gorse está por todo lado, aqui em Portugal

Este ano, em função da minha agenda apertada, não consegui encaixar um tempo para ver o despertar da primavera na Inglaterra. Assim, estou aproveitando para matar a saudade das plantas dos Florais de Bach, aqui em Portugal.

Que alegria, encontrar muitas das minhas queridas nesta Terrinha!! Já na saída do aeroporto do Porto, Gorse veio saudar-me nos canteiros das rotundas e ao longo das vias de acesso a este. Sua florada está quase no auge. Algumas vezes, quando o vento bate, já dá para sentir o seu cheiro delicioso. No entanto, ainda falta um pouquinho. O auge de Gorse é na Páscoa, trazendo a mensagem do renascimento, da cura, da nova vida.

E como tem Gorse por aqui! Os portugueses chamam-na de carqueja, que, para nós, brasileiros, é algo totalmente diferente. Na tarde do domingo passado, fui levada num parque que, certamente, o Dr Bach gostaria de ter conhecido.

Gorse em meio a bosque de carvalho corticeira oliveiras e pinheiros

Gorse e Heather em meio a bosque de carvalhos, oliveiras, corticeiras e pinheiros

O local, é uma sala de aula viva da segunda fase de pesquisa dos seus remédios – os 7 auxiliares. Gorse ( tojo ) , Oak ( carvalho ) e Heather( érica ) se misturam em meio a corticeiras, oliveiras ( Olive ) e pinheiros. Como sempre, Heather, aproveita o trabalho de regeneração do solo que Gorse faz, e já começa a despontar entre seus galhos secos. Ainda dá para notar alguns pendões com as flores secas do ano passado. No entanto, a verdadeira Érica, usada na preparação dos florais, custa a vir. Só lá para o final de julho/agosto.  A que vemos agora, em alguns trechos das estradas, é outra.

Heather em meio a Gorse Portugal

Touceiras secas de Heather e pendões florais antigos, junto a Gorse

Se pararmos para pensar nos 7 auxiliares, i.é, na fase intermediária da pesquisa dos Florais de Bach, Portugal, como um todo, seria um bom representante desta, pois: Oak ( o carvalho inglês ), Gorse ( o tojo ) , Heather ( a érica ), Vine ( a videira ) e Olive ( a Oliveira ), crescem profusamente por aqui. Além disto, o país tem boas nascentes ( Rock Water ) e dizem que Wild Oat também viceja por estas terras. Este ainda não tive a oportunidade de conferir.

Aqui, como clima é mais quente e seco, muitos exemplares, que só florescem mais para o final de abril ou maio, na Inglaterra, antecipam sua florada. Tudo é mais rápido! Assim, precisamos estar atentos para perceber as nuances, as diferenças na aparência.

Por outro lado, sou apaixonada pelas oliveiras e não me canso de reverenciar seus exemplares milenares. Suas flores já estão vindo e as videiras estão começando a despertar do seu sono invernal, soltando seus primeiros brotos.

Oliveira milenar na antiga Sé Coimbra

A Oliveira milenar na antiga Sé de Coimbra

Olive botões florais Portugal

Os botões das flores da Oliveira

Vine novos brotos Portugal

A videira despertando do sono invernal

No entanto, aqui na primavera portuguesa, também podemos observar muitas outras plantas/flores dos florais de Bach. A diferença, com relação à Inglaterra é, que, ao invés de estarem no campo, aqui muitas são usadas como plantas ou árvores ornamentais. Como exemplo, Holly ( o Azevinho ), Chestnut Bud e White Chestnut ( botão e flores da Castanheira da Índia ) e, até mesmo, a Hornbeam ( faia ). Esta, estava tão “sofrida” com o clima português que custei a identificá-la. Mas lá estava! Os amentilhos e as folhas plissadinhas não deixavam dúvida.

Chestnut Bud Portugal

Os botões da Castanheira da Índia estão em várias fases

Chestnut Bud Portugal 2

Aqui já dá para ver o pendão floral da Castanheira da Índia, que dará origem ao floral White Chestnut

Hornbeam Portugal

Os amentilhos de Hornbeam com suas cores típicas

Já, no caso da Holly, adorei! Enfim, consegui observar o surgimento dos botões florais. Que bênção!!

Arbusto de Holly em pracinha de área residencial

Aspecto do arbusto de Holly em praça de área residencial

Botões das flores de Holly

Para minha surpresa, o arbusto de Holly estava repleto de botões das flores

Dependendo de onde estivermos, só vamos conseguir observá-las à distância, em propriedades particulares, como é o caso da Noqueira ( Walnut ) ou do Castanheiro Doce, Sweet Chestnut, árvore da famosa castanha portuguesa. Estes, infelizmente, onde estou hospedada, não consegui chegar perto.

Aspecto da copa de uma nogueira Portugal

Copa em formato de leque de uma nogueira ( Walnut ) adulta

Por aqui não vi, Beech ( faia ), embora saiba que há exemplares dela em alguns parques. Do mesmo modo, Wilow ( Salix vitelina ) e a nossa Aspen ( Populus tremula ). Vi alguns exemplares parecidos – um Willow muito próximo e totalmente florido. Idem com relação a Aspen, só que os amentilhos já não estavam mais presentes.

Em Coimbra, encontrei um exemplar de ameixeira, muito parecido com a nossa Cherry Plum. Na verdade, uma variedade muito próxima a ela ( Prunus cerasifera subsp. pissardi ). Maravilha vê-la em flor!

Espécie de Cherry Plum Portugal

Florada de uma “prima” da Cherry Plum

A observação das plantas que dão origem a essências florais é um fator primordial no desenvolvimento maior de um terapeuta floral. Conhecer uma planta é conhecer a si mesmo.

Diferente do Brasil, os colegas portugueses levam uma grande vantagem com relação ao aprendizado sobre os Florais de Bach, mesmo que algumas espécies disponíveis aqui, sejam cultivadas e diferentes. O que importa é a oportunidade de observar e aprender direto com a planta!

Como educadora, minha recomendação é que vocês estejam atentos a estas bênçãos colocadas ao seu redor, para um desenvolvimento maior da Terapia Floral em Portugal e benefício do seu povo.

Rosana na clareira de Gorse Portugal

Gratidão, Portugal!

P.S – conhecer as plantas que dão origem as essências florais também nos ajuda a criar nossas próprias formulações. Selecionar florais para nós mesmos, ou para nossos clientes, requer uma boa preparação do terreno da alma para que suas virtudes possam florescer. Portanto, o trabalho de um terapeuta floral equivale ao de um jardineiro – um jardineiro da alma.

Neste final de semana, 08 e 09 de abril, estarei em Lisboa, ensinando a combinar as essências Bach com base na minha experiência e na linguagem da natureza. Por favor, veja a agenda de cursos para mais informações.

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Para Steve com Amor e Gratidão/To Steve, with Love and Gratitude

Steve nos trouxe esta cotação de John Soos num workshop, no Convento da Santíssima Trindade, em São Paulo, em 2003

Ser da Terra é saber: a inquietude de ser uma semente, a escuridão de ser plantada, a luta em direção à Luz, a dor do crescimento para a Luz, a alegria de explodir e dar frutos, o amor de ser alimento para alguém, a dispersão de suas sementes, a decadência das estações, o mistério da morte e o milagre do nascimento “.
John Soos

Nesta madrugada de sábado, acordei com um aperto no peito. Não conseguia voltar a dormir. Levantei e fui um preparar um chá. Fiquei pensando o que poderia ser aquilo. Chorei, chorei…Fiz uma oração, entregando a Deus minha aflição, pedindo que, o que quer que fosse, ficasse tudo bem. Voltei a dormir. Acordei ainda me sentindo meio estranha, mas tinha um curso para dar, logo cedo, e lá fui eu.  Não tive tempo nem de ver as mensagens no meu celular.

This Saturday morning I woke up with a tightness in my chest. I could not go back to sleep. I got up to prepare some tea. I wondered what that could be. I cried, I cried … Then, I prayed, delivering my anguish to God – asking that whatever it was, it would be OK. I went back to sleep. I woke up still feeling kind of weird. However, I had a workshop to give, starting early. So, I tried to focus. I did not even have time to see the messages on my phone.

Assim que cheguei no local, entendi a razão do aperto em meu coração. Uma aluna veio-me dar a notícia. Meu querido mestre, Steve Johnson, havia feito sua passagem para o plano espiritual…Fiquei chocada. Como assim, ele nos deixou?

As soon as I got at the venue, I understood the reason of the tightness in my chest. A student came to break me the news. My dear master and friend, Steve Johnson, had made his way to the spiritual dimension … I was shocked. What do you mean, he left us? I asked her. How?

Só um pouco mais tarde, trocando mensagens com a amiga Anete Effting, fiquei sabendo de mais detalhes. Steve havia tido um melanoma há uns dois anos, que retornou, agora em janeiro, com força total. Apesar dos seus esforços, não houve tratamento que desse conta. Steve morreu em casa, em paz, ladeado por sua esposa, Judith Poelarends. Deixou-nos um legado ímpar, não só com relação à pesquisa das essências do Alasca, mas, acima de tudo, de ensinamento espiritual.

Only a little bit later, exchanging messages with my friend Anete Effting, I learned more details. Steve had had a melanoma a couple of years ago, which has returned, in January, with full strength. Despite all his efforts, there was no treatment that could cope with it anymore. Steve died peacefully, having his wife Judith Poelarends by his side. He has left us a unique legacy, not only as regard as the research of the Alaskan Essences but, above all, of spiritual teachings.

O que aprendi com Steve ao longo destes vinte e três anos, que tomei conhecimento de sua existência e de seu trabalho, foi o que me possibilitou estar ali diante de uma sala lotada, ensinando, mais uma vez. Isto por que, apesar da surpresa e da tristeza com sua partida, sei que, em breve, estaremos sentindo sua presença entre nós, em qualquer lugar do mundo. Steve, agora, não é mais do Alasca ou dos Estados Unidos.  Agora, ele pertence ao Universo! Foi-se reunir aos nossos outros Mestres e, logo, logo estará imbuído de novas missões.

What I have learned from Steve over these twenty-three years, which I got to know him and his work, was what has enabled me to stand before a full classroom, teaching once more. This because, despite the shock and sadness with his departure, I knew that soon we would be feeling his presence among us, anywhere in the world. Steve, now, is no longer from Alaska or the United States. Now, he belongs to the Universe! He has joined our other Masters and soon will be in charge of new missions.

O primeiro workshop que fiz com ele foi em 1994, mas não tenho fotos. Ao longo destes anos, fomos acompanhando suas mudanças: a barba longa e volumosa deu lugar ao bigode e, mais recentemente, livrou-se de tudo. O workshop, em Campos do Jordão foi tão intenso, que todas as nossas fotos saíram com um “efeito especial”. The first workshop that I attended with him was in 1994. However, I do not have any pictures. Over these years, we have evidenced his changes: the long, bulby beard has given place to a thick mustache and, more recently, he got rid of everything. In 2003, the workshop in Campos do Jordão was so intense, that all of our pictures came out with a “special effect”.

Quando o conheci, quase dei meia-volta e fui embora da sala. Cheguei um pouco atrasada em um de seus primeiros cursos em São Paulo, em 1994. Naquela época, era uma maratona sair de minha cidade, no interior de São Paulo, deixando filhos, marido, cachorro e casa, para fazer um curso na capital. Quanto mais de florais!! A família não era muito de apoiar este “tipo de coisa” e eu ainda estava iniciando.

In 1994, when I first met him, I almost turned back and left the room. I was a bit late for the workshop in São Paulo. At that time, leaving my city in the interior of São Paulo, as well as children, husband, dog and home, to take a course in the capital, was nearly a marathon. Not to mention that it was about flower essences! My family wasn´t much supportive of this “kind of thing” ´.  I was in my beginnings..

Tinha-me aberto aos florais em 1989, mas devido a minha formação em Engenharia Química, eu ainda era muito racional. Quando ouvi aquele homem, barbudo, um tanto quanto estranho, falando que, desde pequeno, conseguia se comunicar, conversar com as pedras/gemas, falei para mim mesma:

I have discovered flower essences in 1989, but due to my background in Chemical Engineering, I was still very rational. When I heard that bearded, little bit strange man, saying that he could communicate/ talk with stones since a young age, I said to myself:

Rosana, o que você está fazendo aqui? Rosana, what are you doing here?

No entanto, como uma boa geminiana, fiquei curiosa em saber onde aquele homem iria chegar.

However, as a typical Gemini, I was curious to know how far that man would reach.

Foi aí que, numa determinada hora, ele apresentou a essência do Chalice Well, da água do poço do Jardim do Cálice, em Glastonbury. Meu tempo presente parou e deixei que as palavras do Steve me levassem para outras épocas. Naquela noite, tive um sonho com o poço do Cálice e com ele, tão significativo, que, daí em diante, não duvidei mais de nada. Apenas abri-me para receber os ensinamentos que ele, tão amorosamente, dividia conosco. Como eu tinha o que aprender!!

Then, when he presented the Chalice Well essence, an essence prepared from the water of the Chalice Garden Well, in Glastonbury, my present time stopped. Steve’s words have taken me back to other times. That night, I dreamt with him and with the Chalice well.  The dream was so vivid and significant, that from that day on, I doubted nothing more. I just opened myself to receive the teachings he used to share with us so lovingly. I had so much to learn !!

Grupo de participantes e pesquisadores na Conferência Internacional de Essências Florais, em Campos do Jordão, em 2000. Da esquerda para a direita: Eneida Mara, Célia Burgos, Rosana Souto , esposa do Bram Zaalberg, Bram Zaalberg, Cynthia A. Kemp Scherer, Jane Bell, Maite Miralles, Steve Johnson

Ao longo destes anos, em que Steve veio ensinar no Brasil, sempre trazido pela empresa Essências Florais,  participei de seis treinamentos distintos com ele: alguns de vários dias, outros mais curtos, isto sem contar os congressos em que estivemos juntos.  Aos poucos, aquele ser distante e, aparentemente frio, foi ficando acessível ao contato, ao abraço, as conversas nas pausas para o café e almoços.

Throughout the years that Steve has taught in Brazil, always brought by Essências Florais, I have attended to six different trainings with him: some of several days, others shorter, not to mention conferences we have been together. Slowly, that distant, apparently cold Being has become more receptive to physical contact, to hugs, and to short conversations during coffee breaks and lunches.

Um almoço gostoso e divertido no Vicolo Nostro, SP, com Cynthia Asseff, Frances Rose e Fernanda Leão, em 2003/ A tasty and pleasant lunch at Vicolo Nostro, SP 

Em 2011, estivemos juntos na Conferência Internacional do Arco-Íris, na Inglaterra. Steve apresentou vários trabalhos sociais realizados, no Brasil, que tem o apoio das Essências do Alasca. Foi emocionante vê-lo compartilhar a experiência brasileira, em diversas áreas, com suas essências.  Uma apresentação inspiradora para os colegas presentes!

In 2011, we have been together at the International Rainbow Conference, in England. Steve presented several social initiatives carried out in Brazil, supported by Alaskan Essences. It was so touching to see him sharing the Brazilian experience, in several areas, with his essences. I was the only Brazilian at the Conference. It was an inspiring presentation for the audience.

A apresentação do Steve na Conferência Mundial do Arco-Íris, em 2011, na Inglaterra, foi emocionante, compartilhando os trabalhos sociais que utilizam as Essências do Alasca, no Brasil./Steve´s presentation at the 2011 World Rainbow Conference, in England, was touching, sharing the social initiatives supported by Alaskan Essences, in Brasil

A última vez em que nos vimos, num treinamento em Campos do Jordão, em 2014, até estranhei. Assim que me viu adentrar a sala, levantou-se da cadeira e veio ao meu encontro dar-me um longo abraço. Que bênção! Não nos víamos desde a Inglaterra. Steve estava feliz e em paz consigo mesmo. Havia, enfim, encontrado seu amor, Judith. Vibramos com a boa notícia!

The last time we met, was at a training, in Campos do Jordão, in 2014. As soon as I entered the room, Steve stood up and walked towards me to greet me.  He gave me a long hug. What a blessing! We haven´t seen each other since England. Steve was happy and in peace with himself. At last, he had found his love, Judith. We celebrated the good news!

Seminários em anos mais recentes: 2010 e 2014/Recent years workshops

Steve Johnson e Frances Rose, sua tradutora, no seminário de 2014, em Campos do Jordão

O curso foi mais um marco em minha vida, um treinamento para confiar na nossa intuição e, como sempre, ele nos conduziu com sua maestria e generosidade. Steve conseguia comunicar-se com cada um de nós telepaticamente. Seu olhar penetrante sabia exatamente o que precisávamos.

The workshop was another milestone in my life. A training to trust in our intuition. As always, Steve has led us with mastery and generosity. He was able to communicate with each of us telepathically. His penetrating eyes knew exactly what we needed.

Ele foi para mim, um guia espiritual encarnado. Com ele, aprendi tanta coisa que é quase impossível nomear. Seus ensinamentos permeiam quem sou e os levarei adiante para sempre.

Steve was for me, a spiritual incarnated guide. From him, I have learned so much, that it is almost impossible to name. His teachings pervade who I am. I will carry them forward forever.

Ao Steve, meu Amor e minha Gratidão! To Steve, my Love and Gratitude!

Steve foi um irmão de alma e um guia espiritual a despertar-me para o serviço maior com as flores. Steve was a soul brother and a spiritual guide to wake me up for the greater service with the flowers.

P.S – Minha eterna gratidão também a Ruth Toledo Altschuler, por ter sido o instrumento que nos possibilitou este contato com Steve Johnson e seu trabalho de pesquisa das Essências Florais do Alasca, a Cynthia Accioly Abu-Asseff e a Nacib Abu-Asseff( Bibo ), diretores da Essências Florais, representantes dos Florais do Alasca no Brasil, por todos os eventos maravilhosos organizados ao longo destes anos ( assim como a toda a equipe da Essências Florais !), a Frances Rose e Vivien Hulley Bittencourt, tradutoras “oficiais” do nosso querido mestre – na ausência da Ruth.

Sigamos adiante com as bênçãos que ele nos deixou!

PS – My eternal gratitude also to Ruth Toledo Altschuler for having been the instrument that enabled us to contact Steve Johnson and his research work ahead of the AFEP, to Cynthia Accioly Abu-Asseff and Nacib Abu-Asseff (Bibo) , Directors of Essências Florais, Alaskan Essences representatives, in Brazil, for all the wonderful events organized over the years (as well as to the entire Essências Florais team!), to Frances Rose and Vivien Hulley Bittencourt, “official” translators of our dear master – in Ruth’s absence.

Let´s move forward with the blessings he has left us!

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Um buquê de flores para celebrar o Dia Internacional da Mulher

Composição para Dia Internacional da mulher

Um buquê de flores para celebrarmos e honrarmos a dignidade de ser Mulher

Diante de tantas mensagens pelo Dia Internacional da Mulher, tirei um tempinho para preparar esta composição de fotos com as flores das quais são feitas algumas essências florais, fundamentais para esta trajetória de recuperação da dignidade de ser mulher. Ao centro, coloco um ícone alusivo à cultura Celta – o poço do Jardim do Cálice, em Glastonbury. Sua famosa água, rica em ferro, une os princípios feminino e masculino – o equilíbrio tão necessário para a nossa a humanidade.

Detalhes entrada e imagem no Chalice Well Garden

Na cultura celta prevalecia o matriarcado, sistema que reverenciava a natureza e que foi destituído com a vinda do Cristianismo. A desigualdade entre homens e mulheres, a disputa de poder entre estes gêneros, é, portanto, muito antiga – algo que não deveria acontecer, uma vez que Cristo foi gerado por uma mulher.

Imagem Imaculada Conceição

Imaculada Conceição

A humanidade perdeu muito com a desvalorização da mulher e do feminino.  Hoje buscamos este equilíbrio. Apesar dos avanços que já fizemos, na recuperação de nossa dignidade, isto ainda está longe de ser conquistado. Os índices de violência contra a mulher são alarmantes em todo mundo.  E o feminino, em si, também presente nos homens, contido nas funções do hemisfério cerebral direito, clama por recuperar seu espaço – para o bem da humanidade.

Assim, hoje é um dia para celebrarmos o Ser Mulher e valorizarmos o feminino em cada um de nós, sejamos mulheres ou homens. Um dia para nos conscientizarmos da importância do resgate deste equilíbrio para o futuro da humanidade.

Na imagem  do início do post, os Florais da Califórnia, Echinacea  ( FES ), Baby-Blue-Eyes ( FES ), Black Cohosh ( FES), Dogwood ( FES), Centaury, Madressilva ( FSG ), Pinheiro Libertação ( FSG ) e Lírio Real ( FSG )  ajudam a dar um basta em circunstâncias e relacionamentos destrutivos, que não respeitam a dignidade do ser mulher. Shasta Lily, Mariposa Lily e Alpine Lily, todos da Califórnia também ( FES ), favorecem a relação com o feminino materno, a aceitação do feminino biológico e ajudam a resgatar a sabedoria feminina ancestral. Rosa Rosa ( FSG ), Wild Rose ( Bach), Sunflower ( FES ) e Pretty Face ( FES ) promovem o reconhecimento da identidade e da real beleza de cada uma,  assim como a capacidade de seguir em frente, em busca da felicidade, amando a vida na Terra.

Feliz Dia Internacional da Mulher!

 

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Florais de Saint Germain – Módulo Conexão: o aprendizado que vem da mata

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Neide, Talita, Rosana e grupo junto à arvore que deu origem ao floral Coronarium

Por mais maravilhosos que sejam os recursos que a tecnologia nos oferece hoje em dia, ainda não podemos dizer que conhecemos alguém, verdadeiramente, se o conhecemos apenas virtualmente. Nada substitui o contato olho no olho, o tato, o cheiro e o sentimento que brota entre as pessoas.

Do mesmo modo, também não podemos dizer que conhecemos uma planta ou um lugar se, apenas, vimos suas imagens, seja por fotos ou vídeos. Assim, por mais avançados que estejamos com a internet, nada substitui a vivência de estarmos junto a alguém, a uma planta ou num local especial.

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Os insights que advém de estarmos junto a exemplares são inesquecíveis.

Por este motivo, no aprendizado das essências florais é de extrema importância as oportunidades para conhecermos as plantas e seus habitats. Infelizmente, devido a grande extensão da pesquisa das essências florais em todo mundo, isto nem sempre é possível ou viável.

No entanto, há muito, pesquisadores de florais oferecem treinamentos in loco, para que tenhamos a possibilidade de conhecer um pouco mais sobre as essências florais que trabalhamos. Esta também foi a razão pela qual passei a guiar grupos de alunos e/ou colegas professores nos campos ingleses ( vide: https://cosmosdrops.wordpress.com/2015/04/26/treinamento-de-campo-na-inglaterra-2015/ ). O aprendizado que se obtém a partir da observação de um exemplar em seu próprio habitat, os insights que advém do simples fato de estarmos junto a uma planta, são inesquecíveis.

Com isto, a fim de proporcionar esta oportunidade ao seu grande time de professores e terapeutas em todo mundo, desde o ano passado, a empresa Florais de Saint Germain, vem realizando o chamado Módulo Conexão.

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A Mata Atlântica encontrando a praia no litoral de Ubatuba – habitat de muitos florais de Saint Germain

A iniciativa, realizada pela primeira vez, para atender o público de língua espanhola ( vide:  https://cosmosdrops.wordpress.com/2016/03/15/vivencia-de-campo-em-ubatuba-percorrendo-os-caminhos-da-pesquisa-dos-florais-de-saint-germain/), foi tão bem aceita, que promoveu a realização de mais um treinamento, ainda em 2016.

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Talita Lazzuri e Valdemar Castro com participantes nas trilhas

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Participantes do último Módulo Conexão chegando a uma das praias

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O grupo preparado para aprofundar a conexão com a mata

Agora, em 2017, serão dois: um em maio e outro em novembro ( consulte www.fsg.com.br para mais informações e reservas de vagas ). Como nos outros dois, também estarei presente, junto à Neide Margonari e à Talita Lazurri compartilhando o meu olhar botânico com relação aos exemplares do sistema que encontraremos nas trilhas.

Cada grupo é único e as plantas revelam-se a nós a partir da sintonia com a mata. Quanto mais conectados com a mesma, mais agraciados somos com seus ensinamentos. A mata é nossa guia e nossa grande mestra. Basta, apenas, deixarmos que ela nos conduza…

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A conexão com a mata expande nossos sentidos

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Nosso grupo no encerramento

 

P.S –

1- este ano, em função dos compromissos no exterior e de minha participação nos dois módulos conexão e no practitioner dos Florais de Saint Germain, só terei a oportunidade de ministrar o curso básico ampliado pela botânica, agora nos dias 18 e 19 de fevereiro – uma oportunidade para você começar o ano capacitando-se nos Florais de Saint Germain e/ou expandindo o conhecimento sobre suas essências. Mais detalhes na agenda de cursos!

2 – Gratidão a todas que compartilharam suas fotos! Valeu meninas!

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Associação em Mato do Grosso do Sul recorre aos florais para o equilíbrio emocional de portadores de TEA, seus familiares e profissionais

Há dois anos consecutivos, os textos que escrevi sobre a importância da Terapia floral para os portadores do Transtorno do Espectro Autista ( TEA ) e seus familiares, ficaram entre os mais visualizados do meu blog – um bom indicativo de que mais pessoas estão-se informando sobre os benefícios das essências florais para assistir esta crescente população de crianças e jovens.

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As visualizações dos posts sobre autismo no ano de 2016

Há anos venho insistindo e difundindo as essências florais para este objetivo, tanto nos meus cursos como por meio do blog.  Em função da demanda por mais informações, em 2016, este tema foi incluído, especificamente, num novo treinamento sobre os Florais de Saint Germain que ministrei em Portugal e também no Brasil – A Experiência na Educação. Conquanto esta seja uma semeadura que requer paciência e perseverança, aos poucos, vamos colhendo resultados.

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A grande contribuição dos Florais de Saint Germain aos portadores de TEA – Aveia Selvagem, Ameixa e Canela

2017 começa com uma boa notícia. O estado do Mato do Grosso do Sul deu o primeiro passo para incluir a terapia floral junto a equipe multidisciplinar de uma Associação destinada aos portadores de TEA. A AMA – Associação de Pais e Amigos do Autista, de Campo Grande ( www.amacg.org.br ), conta, desde o segundo semestre do ano passado, com as parcerias da terapeuta floral Joseanne Roque e do sistema Florais de Saint Germain.

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A parceria AMA Campo Grande, Florais de Saint Germain ( Talita Lazurri ) e a terapeuta floral Joseanne Roque

Desde então, Joseanne vem desenvolvendo um trabalho inovador, não só com os portadores de TEA, mas também com seus familiares e profissionais, com vistas ao equilíbrio emocional de todos. Neste curto período, foram vários os relatos emocionados que recebi da mesma, em função dos feedbacks positivos fornecidos tanto por parte da equipe da instituição quanto por parte de alguns familiares.

Assim, que em 2017 esta iniciativa da AMA de Campo Grande – MS, possa ser reproduzida em outras instituições voltadas aos portadores de TEA!

E vamos ao novo!

 

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